Alexandre de Moraes cancela pronunciamento histórico às pressas
STF ferve com Fachin tomando as rédeas, e Brasília fica com a pulga atrás da orelha!
10/09/2026
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Segura a pipoca, o cinto de segurança e o extintor de incêndio, porque o circo oficial de Brasília resolveu pegar fogo de vez, com direito a apagão de luz e fuga pela porta dos fundos! O ministro Alexandre de Moraes resolveu dar uma de ilusionista de última hora e simplesmente cancelou o seu tão esperado pronunciamento — aquele mesmo que prometia incendiar a Praça dos Três Poderes na manhã desta quinta-feira (10) e botar pratos limpos na mesa da República diante de todo o furacão envolvendo as conversas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O anúncio oficial mal havia saído do forno quando a ordem veio do alto: cancelado por tempo indeterminado. Sem direito a palanque, sem microfone ligado e sem maiores explicações para a plateia ávida por sangue e fogo.
E o buraco é muito mais embaixo, porque a Suprema Corte brasileira vive o seu momento mais dramático e cinematográfico, misturando conspiração de porão, guerra de relatórios da PF e um verdadeiro cabo de guerra institucional. Nos bastidores, o caldeirão ferve com o choque pesado entre os ministros — com direito a André Mendonça, Flávio Dino e o presidente do STF, Edson Fachin, tendo que intervir às pressas para evitar que o tribunal imploda ao vivo. Fachin teve que tomar as rédeas do circo, suspender decisões cruzadas sobre o comando da Polícia Federal, avocar investigações e marcar para o próximo dia 15 o julgamento definitivo para decidir os rumos dessa novela que está abalando as estruturas da República.
Era esperado que Moraes viesse a público peitar o cenário, rebater as pressões e mandar aquele recado clássico em rede nacional. Mas, pelo visto, na hora H, o termômetro estourou a escala, a pressão institucional pesou e a escolha foi pelo silêncio absoluto. Enquanto a nação política aguardava o grand finale com o bloco de notas na mão, a cortina se fechou antes mesmo de o espetáculo começar. Restou para o público apenas especular se o blefe foi estratégico, se a patielha ferveu demais nos bastidores ou se os conselhos de última hora salvaram a pátria de um verdadeiro pandemônio ao vivo. No fim das contas, o show do poder supremo foi cancelado por falta de clima, provando que, na política nacional, a realidade consegue ser muito mais absurda do que qualquer ficção.
E o buraco é muito mais embaixo, porque a Suprema Corte brasileira vive o seu momento mais dramático e cinematográfico, misturando conspiração de porão, guerra de relatórios da PF e um verdadeiro cabo de guerra institucional. Nos bastidores, o caldeirão ferve com o choque pesado entre os ministros — com direito a André Mendonça, Flávio Dino e o presidente do STF, Edson Fachin, tendo que intervir às pressas para evitar que o tribunal imploda ao vivo. Fachin teve que tomar as rédeas do circo, suspender decisões cruzadas sobre o comando da Polícia Federal, avocar investigações e marcar para o próximo dia 15 o julgamento definitivo para decidir os rumos dessa novela que está abalando as estruturas da República.
Era esperado que Moraes viesse a público peitar o cenário, rebater as pressões e mandar aquele recado clássico em rede nacional. Mas, pelo visto, na hora H, o termômetro estourou a escala, a pressão institucional pesou e a escolha foi pelo silêncio absoluto. Enquanto a nação política aguardava o grand finale com o bloco de notas na mão, a cortina se fechou antes mesmo de o espetáculo começar. Restou para o público apenas especular se o blefe foi estratégico, se a patielha ferveu demais nos bastidores ou se os conselhos de última hora salvaram a pátria de um verdadeiro pandemônio ao vivo. No fim das contas, o show do poder supremo foi cancelado por falta de clima, provando que, na política nacional, a realidade consegue ser muito mais absurda do que qualquer ficção.
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